Da atuação ligada ao esporte a motor às discussões sobre a retomada das pistas durante a pandemia, a família Goulart construiu uma relação de anos com a motovelocidade em São Paulo.
QUANDO AS PISTAS PARARAM
Em 2020, a pandemia de Covid-19 interrompeu atividades esportivas em todo o país. Naquele período, o automobilismo e a motovelocidade também enfrentaram as restrições, e diversos eventos precisaram interromper ou adiar suas programações.
Diante desse cenário, o SuperBike Brasil também precisou encontrar condições para retomar as competições com segurança.
Assim, em agosto de 2020, o campeonato voltou a Interlagos. Naquele momento, a organização realizou as provas sem público e seguiu os protocolos sanitários estabelecidos para os eventos esportivos.


UMA ARTICULAÇÃO FORA DAS PISTAS
Em meio a essas discussões, a família Goulart, com Antonio Goulart e Rodrigo Goulart em atividade na época, participou de conversas com o poder público sobre a retomada das atividades.
Nesse contexto, os encontros abordaram as características específicas da motovelocidade e as condições necessárias para o retorno das competições dentro dos protocolos sanitários vigentes.
Além disso, essas conversas ajudaram a aproximar diferentes setores envolvidos na realização das provas.
Ao mesmo tempo, a aproximação entre os Goulart e o SuperBike Brasil não começou naquele período. Na verdade, essa relação já existia antes da pandemia.
Por isso, para entender esse capítulo da história, é necessário voltar alguns anos e observar os encontros que aconteceram antes de 2020.
UMA HISTÓRIA QUE NÃO COMEÇOU NA PANDEMIA
Já em 2019, registros da agenda oficial da Prefeitura de São Paulo apontavam uma reunião envolvendo Rodrigo Goulart e Bruno Corano, do SuperBike Brasil, com representantes da Secretaria Municipal de Turismo.
Na ocasião, o encontro fazia parte de uma aproximação relacionada ao esporte a motor e ao Autódromo de Interlagos.
Nesse contexto, o circuito, localizado na zona sul de São Paulo, possui uma trajetória ligada a diferentes categorias do automobilismo e da motovelocidade e ocupa um espaço importante na história esportiva da cidade.


O ESPORTE TAMBÉM EM OUTRAS FRENTES
Além da relação com a motovelocidade, a trajetória de Antonio Goulart também inclui iniciativas relacionadas a outras modalidades esportivas.
Em 1999, Goulart apresentou um projeto que deu origem à lei municipal relacionada à criação do Museu do Futebol, no Pacaembu. Anos depois, o espaço foi inaugurado e passou a reunir documentos, objetos e diferentes registros relacionados à história do futebol.
Dessa forma, a atuação ligada ao esporte aparece em diferentes momentos de sua trajetória, passando por iniciativas relacionadas ao futebol e também por discussões envolvendo o esporte a motor em São Paulo.


UMA HISTÓRIA CONSTRUÍDA FORA DAS PISTAS
Ao longo dos anos, a presença dos Goulart em diferentes momentos ligados ao esporte também acompanhou episódios da história recente do SuperBike Brasil em São Paulo.
De um lado, estão as reuniões e iniciativas relacionadas a Interlagos. De outro, as discussões sobre a retomada das competições durante a pandemia aproximaram novamente a família do campeonato e da motovelocidade.
Por isso, diferentes episódios ajudam a contextualizar uma relação que ultrapassa os momentos de corrida e também passa por diálogo, organização e articulação fora das pistas.


